No último fim de semana aconteceu a já famosa festa de Arembepe (não sei se é lavagem ou micareta). Atrações legais, interessantes, boas, ótimas. Pra todos os gostos. Não fui, mas minha ilustre irmã foi.
O importante deste post não é a festa em si, mas a preferência do público. O que identifica um povo? Acho que sua forma de expressão. E quais seriam nossos maiores representantes na música? Olodum, Carlinhos Brown e sua Timbalada, Psirico (xinguem, mas leiam isso), Parangolé (xinguem de novo). Ontem, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Dorival Caymmi…
Aí você me pergunta: e o pagodão? E a baixaria? Não é característica do nosso povo? É, infelizmente. Eu já vi crianças na rua ralando a tcheca no chão, e botando a perereca pra frente, e aí? Desde pequenas elas aprendem a se insinuar sexualmente. Bonitinho né? Até quando vem um amigo, ou padastro, ou até mesmo o pai e…
Fechando a conta. No sábado, na festa, Tocaram no mesmo dia Timbalada, e Pagodart. No show da Timbalada pouca gente. Pra quem é fã, dava pra ficar embaixo do palco recebendo na cara os pingos de suor de Denny. Já no show do Pagodart… como diria Zé Bin: mais de dois milhões de pessoas estavam lá.
Sé em outro lugar, fora do nosso estado, pagariam cem, duzentos reais pra ver a Timbalada. Aqui, de graça, todo mundo foi ver Pagodart.
Vai entender esse meu povo…
Ahm?





